O Departamento de Esportes do Sindicato realizou um encontro com pais e responsáveis pelos atletas das categorias menores que disputarão os campeonatos promovidos pela Federação Paulista de Futsal. A reunião teve como objetivo orientar as famílias sobre a importância do acompanhamento e do apoio aos jovens atletas durante a participação nas competições. Na ocasião, o encontro contou com a presença do Coordenador do Departamento de Saúde Mental do Paulista (profissional e categoria de base), Daniel Paulo. Psicoterapeuta e coach, pós-graduado em neurociência, filosofia e antropologia, Daniel atua há cerca de dez anos com atletas profissionais e amadores e, há três anos, desenvolve esse trabalho junto ao Paulista. Durante a conversa, ele destacou a relevância do equilíbrio emocional no esporte, especialmente nas categorias de base. Além dos pais e responsáveis, participaram também técnicos e dirigentes do Sindicato, que reforçaram a proposta de formação esportiva aliada ao desenvolvimento humano dos jovens. “Nosso objetivo é destacar para os pais a importância de cuidar do aspecto psicológico e mental das crianças. Em eventos esportivos de competição é de extrema importância manter o equilíbrio para superar as dificuldades e, mais do que isso, os desafios que surgirão pelo caminho”, enfatizou o diretor Ricardo Zanini, o Sujinho. O encontro reforçou o compromisso do Departamento de Esportes em oferecer não apenas treinamento técnico, mas também suporte e orientação para que os atletas possam se desenvolver de forma saudável dentro e fora das quadras.
Desigualdade entre mulheres e homens no mercado de trabalho persiste
Diferença salarial em relação aos homens em cargos iguais. Menores chances de treinamento, promoção e ocupação de cargos de chefia. Baixa participação em reuniões importantes e dificuldade de acesso a recursos. Essas são situações frequentes, enfrentadas por mulheres em diferentes postos no mercado de trabalho. De acordo com estudo “Estatísticas de Gênero”, divulgado pelo IBGE, a taxa de participação de mulheres na força de trabalho foi de pouco mais de 50%, enquanto a homens ficou acima de 70%. Esse dado está relacionado a outra informação do estudo. As mulheres dedicam quase o dobro do tempo aos cuidados de pessoas ou afazeres domésticos na comparação com os homens. Desde 2023, o Brasil tem uma lei que determina a obrigatoriedade da igualdade salarial e de critérios remuneratórios entre homens e mulheres. A igualdade de gênero e o empoderamento feminino fazem parte dos objetivos de desenvolvimento sustentável da Agenda 2030 da ONU. A diretora do Sindicato dos Metalúrgicos de Jundiaí, Várzea Paulista e Campo Limpo Paulista, Rose Prado, afirma que a desigualdade salarial entre homens e mulheres precisa ser enfrentada com organização e luta. “Não é apenas uma questão econômica, é uma questão de justiça e respeito. A mulher trabalha, produz e contribui tanto quanto qualquer homem e precisa ser valorizada da mesma forma.” Ela também ressalta que acordos e convenções coletivas podem ajudar a reduzir essas desigualdades. “O sindicato tem papel fundamental na defesa das trabalhadoras, garantindo direitos, fiscalizando e pressionando para que não haja discriminação. A igualdade salarial precisa sair do papel e se tornar realidade dentro das fábricas.” Para Rose, o combate à desigualdade salarial também passa por mudanças culturais. “Valorizar o trabalho da mulher é fundamental para construir uma sociedade mais justa, com oportunidades iguais para todos.”