

Com data-base em 1º de novembro, a Campanha Salarial é unificada com os demais sindicatos filiados à Federação dos Metalúrgicos. “Somos 54 sindicatos representando em torno de 700 mil metalúrgicos no Estado”, observou o presidente do Sindicato, Luís Carlos de Oliveira (Lu). Ele destacou ainda que a categoria lutará pela reposição da inflação, mais aumento real. “De novembro de 2024 até agosto de 2025, a inflação acumulada ficou em 3,92%. No mês passado tivemos deflação e a estimativa é que, até 31 de outubro, o índice feche em 4,8%. Isso não se discute. A reposição tem de ser automática. A luta será por aumento real.”, afirmou.
Já o o companheiro Eliseu Silva Costa, diretor do nosso Sindicato e presidente da Federação, destacou a importância das cláusulas sociais da convenção coletiva de trabalho. “Tão importante quanto as cláusulas econômicas estão as sociais, que garantem direitos superiores aos previstos na CLT. A legislação trabalhista dá uma base mínima, mas muitos temas específicos só são regulados pelas convenções”, enfatizou, ressaltando, como exemplo, o adicional noturno, previsto em 20% na legislação e que na convenção coletiva dos metalúrgicos varia de 35% a 50%. “As cláusulas sociais garantem que certas conquistas não sejam retiradas ou reduzidas. Elas funcionam como uma linha de defesa”, acrescentou.
A pauta aprovada será agora protocolada junto às bancadas patronais, dando início às negociações da Convenção Coletiva de Trabalho 2025/2026.


















