Sindicato apresenta detalhes da Negociação Coletiva na CBC

Na manhã desta quinta-feira (13), foi a vez dos trabalhadores da CBC, em Jundiaí, serem convocados para a Assembleia Geral da NEGOCIAÇÃO COLETIVA 2018, que acontece neste domingo (16), às 9h, na Sede do Sindicato. No início do ato, os sindicalistas pediram um minuto de silêncio em respeito ao companheiro Fabricio Mendes de Brito, que faleceu no dia 31/7, uma semana após ter sofrido uma descarga elétrica na empresa.

Na visão do diretor sindical, José Carlos Cardoso (Mineiro), para que a categoria avance na Negociação Coletiva, é necessário que os trabalhadores se mobilizem na reformulação das pautas existentes e apresentem sugestões para uma Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) mais moderna e abrangente. “Sentimos na pele a desgraça que é a reforma trabalhista, que veio para tirar os direitos conquistados pelos trabalhadores. Muitos patrões já estão desrespeitando a nossa Convenção Coletiva atual, não podemos dar margem para isso”.

Os trabalhadores receberam o boletim sindical sobre a Negociação Coletiva

Mineiro entende que a aprovação da nova lei trabalhista é reflexo da falta de representatividade trabalhista no âmbito político. “Temos a bancada da bíblia, da bala e do agronegócio, e nós trabalhadores? Cada setor deve ter o seu interesse, e nós devemos ter o nosso. Precisamos votar em pessoas que representem os trabalhadores, para que os nossos interesses sejam pautados também. A reforma trabalhista teve respaldo de todos, menos dos trabalhadores”, disse o diretor sindical ao lado dos diretores de base, Lázaro Roberto da Silva (Betão), César Camargo (Césinha), Noel de Souza Rezende, Renato da Costa e Daniel Silva.

Eliseu Silva Costa, presidente do Sindicato e da Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo (FEDMETALSP), marcou presença na assembleia e falou sobre as ações de mobilização que estão sendo realizadas em torno da Negociação Coletiva. “Atividades assim estão sendo feitas em outras empresas da nossa base e de todo Estado, neste ano nós descentralizamos a nossa mobilização. A Federação foi até as bases, e não o contrário. Fizemos isso com a intenção de unificar as nossas pautas”, finalizou o presidente.

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