Um espaço cada vez maior para a mulher metalúrgica

Quando o Sindicato dos Metalúrgicos de Jundiaí, Várzea Paulista e Campo Limpo Paulista foi criado, em 1946, os movimentos sociais eram dirigidos por homens, já que eles eram os metalúrgicos.

Ninguém imaginava o quanto isso mudaria em tão pouco tempo.

Hoje, nas indústrias de eletroeletrônicos, por exemplo, 90% dos funcionários são mulheres. E as conquistas foram muitas. Na convenção coletiva, por exemplo, algumas cláusulas são exclusivas para elas, como a licença maternidade de 6 meses.

E não é apenas no chão de fábrica que elas ganham espaço. As mulheres estão ocupando cargos, antes apenas dos homens.

Mulheres na direção do Sindicato

Hoje, no Sindicato dos Metalúrgicos de Jundiaí, Várzea Paulista e Campo Limpo Paulista, são 7 mulheres na diretoria, uma delas, Rose Prado, ocupa a diretoria executiva.

E, assim como ela, todas as metalúrgicas sabem que já conquistaram muito, mas não o ideal.

“Nem tudo que a mulher batalhou foi transformado em conquista. Em grande parte do mundo ainda não alcançamos qualquer tipo de igualdade. Para que isso se modifique, acredito que homens e mulheres devem ter o mesmo pensamento e objetivo”, diz Rose.

 

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