Reforma da Previdência 2019: fim da proteção ao cidadão

Depois de ter “enfiado goela abaixo” a reforma Trabalhista com o falso argumento de gerar empregos e acelerar o crescimento econômico, o Governo Bolsonaro aprovou, na calada da noite, a reforma da Previdência, usando o falso discurso de acabar com os privilégios, desigualdades e consertar o mito do déficit do INSS.

Tudo conversa mole pra boi dormir! A intenção do novo modelo de leis Trabalhistas e Previdenciárias é tirar da nossa Constituição toda a proteção social à qualquer cidadão. Sem essa segurança jurídica, as pessoas terão que trabalhar mais, sem nenhuma perspectiva de se aposentar. O que o governo quer é melhorar a economia fiscal às custas dos trabalhadores, sem mexer com aqueles que contribuíram para abrir o buraco do rombo do INSS. Esses, continuam intocáveis. 

Apesar de estar defendendo com unhas e dentes a reforma da Previdência desde a campanha eleitoral, Jair Bolsonaro tem um histórico de votações contrárias à qualquer medida semelhante ao texto. Em 2018, ainda como pré-candidato à presidência, Bolsonaro criticava duramente as mudanças na Previdência propostas pelo Governo Temer. Ele argumentava que naquele formato a reforma não seria aprovada. “Eu não posso levar a miséria aos aposentados, ou então praticamente impedi-los de se aposentar por exigência do mercado financeiro”, disse Bolsonaro em entrevista ao RedeTV News. (CLIQUE AQUI E ASSISTA AO TRECHO DA ENTREVISTA)  

Agora, a reforma da Previdência do Governo Bolsonaro, encabeçada pelo ministro Paulo Guedes, se mostra ainda mais dura que a de Michel temer. No final das contas, além de ter enganado os eleitores, o Governo Bolsonaro pretende melhorar a economia fiscal às custas dos trabalhadores, sem mexer com aqueles que contribuíram para abrir o buraco do rombo do INSS. Esses, continuam intocáveis. 

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