Manifestações populares marcaram o mês de março

Nos dias 13 e 15 de março, várias manifestações foram realizadas em diferentes capitais brasileiras. Na sexta-feira, dia 13, várias centrais sindicais, partidos, movimentos sociais e estudantes fecharam a Avenida Paulista em apoio à  Petrobrás. “Não podemos aceitar que uma empresa como a Petrobrás, que é do povo brasileiro, seja dilacerada pela corrupção. As denúncias devem ser apuradas e os culpados, punidos. Só assim será possível moralizar o Brasil ”, disse Eliseu Silva Costa, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Jundiaí, Várzea e Campo Limpo.

No domingo, dia 15, milhares foram à s ruas em diversas capitais brasileiras se manifestar pacificamente. Enquanto uns queriam o impeachment, outros pediam a volta dos militares ao poder. Em comum, protestos contra a corrupção. Em seu pronunciamento na segunda-feira (16), a presidenta Dilma Rousseff disse que a mensagem desses atos reivindicam “um combate sistemático à  corrupção (…), além de exigir serviços públicos de mais qualidade.”

Segundo o presidente do Sindicato, é preciso lembrar que o atual governo, após abrir diálogo com as centrais, considerou reajustar a tabela do Imposto de Renda, voltou a discutir o fim do fator previdenciário, entre outros avanços sociais.

Essa mesma condução deve continuar pautando o governo Dilma, visto que ela prometeu conversar com chefes dos outros poderes, governadores e prefeitos das principais cidades para firmarem um pacto em torno da melhoria dos serviços públicos. A presidente afirmou também que voltará a receber os representantes das entidades sindicais, dos movimentos de trabalhadores e das associações populares. “Precisamos de suas contribuições, reflexões e experiências”, garantiu ela.

Sindicato dos Metalúrgicos de Jundiaí
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